terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sem MÁSCARAS e Sem RODEIOS: Ecos...


Somos sabedores que nossa cultura e suas manifestações desenham nossas tramas sociais, e isto está determinado, é enredo histórico!
Assim, pondero sobre fatos e feitos que vivemos e que enchem de viseiras nossos olhos, pois de tanto ver, já dizia um poeta, passamos a não enxergar mais, é partindo desta constatação que me proponho a pontuar neste espaço interativo algumas reflexões pessoais tendo como chamada: “Sem MÁSCARAS e Sem RODEIOS: Poderando em ecos...”!
Não tenho nenhuma pretensão de instituir verdades absolutas ou congratular pessoas ou situações, mas sim registrar meu posicionamento face às leituras que me fazem enquanto ser humano que há anos estuda e se surpreende com a condição humana.
Numa analogia que fiz em um artigo sobre casamento e maquiagem, postado no blog de meu querido Márcio Brasil, lá pelas tantas, no orgasmo de minhas reflexões, registro que criticar aqueles que buscam assumir sua posição no mundo parece que virou o “estojo” de maquiagem que cobre o que não foi revelado e que oculto neste sujeito mal resolvido consigo mesmo se tornou perverso.
Partindo deste pequeno recorte: Quanta máscara, quanto pó, quanto cobertura na tentativa de negar a prosperidade humana pelas vias do potencial que cada um desvela, mas sim, graças ao estojo de mil ferramentas, hoje há uma espécie de modernização do processo de opressão. Usa-se o estojo de maquiagem, o espartilho, e outros adereços sociais para formatar os sujeitos dando-lhes a impressão mentirosa que estão frouxos, com direito a voz e vez.
Os intelectuais de uma pedagogia da libertação, face a este jogo de xadrez, tem o dever de “sacudir” a poeira num processo de despertar. É preciso deixar a porta da gaiola aberta para que possam todos alçarem vôo!