domingo, 23 de dezembro de 2012

Qual será sua escolha hoje? Reflexos e reflexões...



Amigos e amigas, como tenho dito mais um ciclo se fecha, outros ciclos vitais se revelam em nossas vidas: estes momentos são ricos para aprendizagens se soubermos ler os signos e seus significados, as mensagens que nos são ofertadas.

Valendo-me de um fantástico texto de Martha Medeiros desejo um abençoado Natal e um Próspero Ano Novo, que possamos sempre nos fortalecer diante dos desafios da vida, abraços!

Qual será sua escolha hoje? 

“A vida, em si, não ensina! É você quem decide, a cada momento, se há uma lição a ser aprendida…
Em cada alegria, em cada tristeza, em cada aborrecimento… Ou desperdiça todos os momentos e vai vivendo aos trancos e barrancos.
Coisas boas e ruins acontecem a todos indistintamente…  Se não existe o paraíso, podemos construir um oásis de paz, em nós mesmos, no meio das guerras que as pessoas vivem…
Tudo depende da escolha. Podemos fugir à tristeza? Não. Podemos impedir as perdas? Não. Podemos obrigar que nos amem? Não.
Mas podemos usar os momentos de dor, frustração e ressentimento para aprender a amar melhor… Podemos tornar nosso trabalho mais realizador… Podemos transformar o ódio em perdão… O ressentimento em compreensão…
Basta tomar essa decisão! Escolhendo a melhor forma de resolver os conflitos e aprender com eles…
Desafie a você mesmo, criando um artifício para lidar, com o negativo. Invente um jogo em que ganhe pontos, diante de situações que você resolva com harmonia, ou perca pontos se não resistir a se fazer de vítima…
Feche as portas ao automatismo burro… Ele faz sofrer e nos torna refém. Podemos ser hoje, melhores do que ontem. Cabe a você, somente a você, escolher se os acontecimentos de ontem, hoje e amanhã, serão usados para torná-lo uma pessoa melhor…
Qual será sua escolha hoje?”

 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Qual o tamanho do seu espartilho?

Pensando sobre revelações sociais...
Certa vez estava a sombra de uma laranjeira lendo escritos de Serra, um texto datado de dois mil e quatro, e para minha surpresa, durante as confissões que fazia sobre suas angústias frente às represálias moralizadoras postas pelo “aparelhamento” social perguntou sem dó: Qual é o tamanho do espartilho que comprime suas concepções pessoais acerca das coisas do mundo? Ao ler a interrogação fiquei tão incomodado em minha intimidade intelectual que tive vontade de gritar. Claro que me controlei! Todavia minha inteligência “criminosa” não me deixou descansar: matutei, matutei e como diz nosso querido amigo Rubem Alves quando a cabeça engravida de ideias o sofrimento faz parir novas possibilidades de pensar as coisas, de fato.

Minhas leituras, minhas escutas, enfim, minhas percepções, inacabadas e inconclusas fazem com que olhe eu para “meus espartilhos”, meus olhares estreitos diante da grandeza dos fenômenos do mundo, mas também me fazem pontuar a preocupação que tenho com a fragilidade que as pessoas revelam diante de valores que concidero cerne para a cidadania: seriedade, sinceridade, competência, dignidade entre tantos outros que poderia recitar por semanas a fio.

A sensação que tenho é um tanto “feia”, pois vejo muitos, verdadeiras fileiras de gente “ espartilhadas” pelo fel da hipocrisia: uns ditando verdades fechadas acerca de uma vertente uniformizada do ser humano, coisa descabida, outros apostando na cegueira de quem de tanto olhar já enxerga sem ver os movimentos instalados com nuances de sabotagem quando o assunto é a promoção ou a potencialização do ser humano.

Resta-me pedir, com o carinho e o respeito que compete oferecer a cada leitor, para que olhe “seu espartilho” e reconduza, pela pedagogia do bom senso, todas as atitudes que esmagam as possibilidades de revelação do crescimento e da evolução humana.
Obs.: Este artigo meu foi publicado com muito zelo e carinho pelo amigo Márcio Brasil.

domingo, 9 de dezembro de 2012

QUEM É O PSICOPEDAGOGO?




As atribuições dos profissionais formados em Psicopedagogia cresceram nos últimos anos, e seu espaço no mercado se expandiu consideravelmente. Hoje, áreas como treinamento, educação continuada e acompanhamento dos processos de aprendizagem elevaram a demanda pelo psicopedagogo nos ambientes também empresariais. "Há possibilidades também de realizar intervenções personalizadas nos setores em que os funcionários têm dificuldades, como organização pessoal, e atuar nos projetos de responsabilidade social da companhia", diz a professora Gilca Lucena Kortmann, coordenadora do Curso da Unilasalle, no Rio Grande do Sul.




Assim, o profissional psicopedagogo enquanto especialista em aprendizagem humana busca entender como este fenômeno ocorre face às particularidades de cada sujeito traçando planos terapêuticos no âmbito da Psicopedagogia, ou ainda mediando processos de aprendizagem organizacional para nortear o clima institucional diante das filosofias e das matrizes de conduta constituídas para dada organização, seja como consultor, assessor, especialista ou técnico, independente da configuração a que se assumir a necessidade deste profissional no campo do fenômeno do aprender.


  


Prof. Esp.Rodrigo Dalosto Smolareck
Psicopedagogo Clínico, Institucional e Empresarial

sábado, 8 de dezembro de 2012

CARTA ABERTA AOS EMPRESÁRIOS E SOCIEDADE SANTIAGUENSE!



Inicio minha reflexão carregado de dor ao relatar o que sempre esteve constatado, porém de forma velada, coberta com discursos de piedade e de descartabilidade. Esta semana conversava com uma querida amiga de longa data, pessoa competente, empenhada em suas tarefas profissionais e de um caráter inquestionável, há ia esquecer sua condição: desempregada. Assumidamente negra! Chorando me disse estar cansada, esmorecida, foram muitos “nãos”, sem entender direito forcei: não entendo? E venho à triste e penosa revelação por mim já constatada há anos, diz ela: “formação tenho, vontade de trabalhar tenho, postura profissional tenho, disponibilidade de horários tenho, e foram muitos “tenho” a única coisa que não tenho é a pele branca. Não consigo nem ser entrevistada e as respostas vão desde vamos analisar teu currículo até nós procuramos outro tipo de pessoa. ”De imediato me coloquei no lugar da “amiga de cor negra” e fiquei a pensar: hoje temos as cotas para a pessoa portadora de deficiência e por isso algumas instituições correm como “bala de canhão” atrás de pessoas que se enquadrem nas cotas para “dar conta” da legislação. Minha pergunta é como ficam os demais que não se enquadram, por condição, na caixa mental que nós mesmos criamos? Mais cotas, para negros, homossexuais e sabe se lá quem mais, estou indignado, e enviei pessoalmente à autoridade de mídia a situação horrorosa que vivemos na Cidade que temos a coragem de chamar de Educadora: educadora da diversidade também? Empresários, instituições constituídas, cuidado e um apelo: abram a mente, pulem fora do barco da hipocrisia, aprendam a superar a mentalidade moralista que pulsa num comportamento que exclui e alerta porque tenho a impressão que mais cotas virão por aí se não houver o respeito à dignidade humana. Bom e quanto a essa querida pérola negra, ajudei na mudança esta semana, teve que ir embora para poder inserir-se no mercado de trabalho e para uma cidade bem menor que a nossa em tamanho geográfico, mas enorme em acolhimento as diferenças. Meus sentimentos a esta amiga e meu registro envergonhado de saber que abandonou nossa Santiago porque não nasceu branca.
Que fiquem as reflexões, a de mais meu luto!

Prof. Esp. Rodrigo Dalosto Smolareck

domingo, 25 de novembro de 2012

O PRECONCEITO NO ARMÁRIO!



Ofereço para reflexão recortes do texto da colunista da Época a fantástica Ruth de Aquino, para que entendamos o quanto negamos o semelhante porque talvez não esteja formatado nos “caixotes sociais” de que tanto tenho falado: 


“Ele está ali no meio das roupas que vestimos a cada dia. Invisível, sem cheiro. É como se fosse uma caspa que só os outros enxergam. O preconceito fica guardado nas gavetas das coisas ditas e ouvidas, em casa, na escola, no trabalho. Escondemos, por vergonha. Ou, o que é pior, nos recusamos a reconhecer que ele existe. Até o momento em que o preconceito sai do armário de forma irracional (...). Os gays sofrem mais, ainda registra a colunista (...). Em 1978, o deputado Harvey Milk foi morto por defender os homossexuais. Dez anos antes, em 1968, o Nobel da Paz Martin Luther King foi morto por defender os negros. Há quase um século, em 1913, a inglesa Emily Wilding Davison morreu ao defender o voto das mulheres. O mundo mudou, felizmente. Mas não o bastante.”




PONDERANDO:    


Vejam só, a colunista registra que o preconceito em suas múltiplas formas está no armário, pronto para “pular” para fora, as vezes até pendurado numa roupa qualquer , pensem comigo:  vocês pensam meus amigos e amigas, leitores e leitoras deste singelo blog que o excluído tem direito de escolher seu emprego, seu espaço de convívio social, tudo “balela” estes, ou até mesmo um de nós somos marcados com ferro em brasa sujeitados ao preconceito do armário, oportunidades poucas, escassas e discursos sempre regados de uma “caridade maldosa”, possibilidades mesmo, privilégio dos mais influentes, situação que lamento, pois as instituições que não abrirem suas portas para a diversidade humana não chegarão a prosperar com seus sinais de  moralismo arcaico e excludente, observem a volta, reflitam, o cerco está se fechando para aqueles que acham que podem controlar os mecanismos de poder com o chicote da hipocrisia.
 

domingo, 18 de novembro de 2012

AS POSSIBILIDADES PARA OS DIFERENTES...OS ECOS DA OPRESSÃO!




Reflexões:

Fico pensando no quando avançamos no campo da Ciência, mas o quanto permanecemos imaturos no campo da Subjetividade: Fomos paridos numa sociedade que, de maneira às vezes implacável, condiciona a decreto de morte tudo aquilo que por ela não é aceito, compreendido. Mas a sociedade não é perfilada por nós, seres humanos, mediante nossas concentrações na revelação de nossas condutas? Isto mesmo! É fato então que o desejo de “enfiar” as pessoas em “caixotes sociais” quando estas não estão nos “moldes” do que é “dito” como normal ou ainda convencional se revela no que chamamos de exclusão sofisticada a qual manifesta a marginalização. E para aqueles que na hipocrisia pensam que estão cortinadas estas posturas segregadoras meu alerta: Todos aqueles que se mantendo no poder esmagam a identidade dos semelhantes, fazendo-os oprimidos, pela Lei Universal Do Retorno tendem a naufragar na própria manifestação maldosa que construíram em suas trajetórias. Negar a legitimidade do outro, sua condição de existir é pautar para si mesmo a condenação pela simples pobreza de conhecimento. 

UMA BOA LEITURA, REFLEXÕES DE PEDRO DEMO:  

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

ORIENTAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA: UM VALIOSO APOIO TÉCNICO!






Prezados (as) amigos (as)!

Ao longo destes anos tenho estudado a Ciência da Psicopedagogia Clínica e tenho percebido a necessidade cada vez mais presente de orientação psicopedagógica junto às famílias no sentido de auxiliar no ordenamento de rotinas disciplinares e ainda, um espaço de escuta psicopedagógica para adultos.

Agora você já pode contar com este suporte técnico!


Rodrigo Dalosto Smolareck
Psicopedagogo Clínico, Institucional e Empresarial

                                                    

domingo, 11 de novembro de 2012

UMA ESTRADA DE TIJOLOS AMARELOS...





O Maravilhoso Mágico de Oz é um conto infantil escrito por L. Frank Baum. A fantástica aventura traz a pequena Dorothy, menina que morava no Kansas sendo levada por um tufão pelos ares, que termina por arremessá-la numa distante e desconhecida terra. O restante da história voe já conhece. Eu particularmente gostaria de falar da:

ESTRADA DOS TIJOLOS AMARELOS:

Ansiando por voltar para casa, a menina recebe dos habitantes do estranho lugar a orientação de que deveria procurar a ajuda do Feiticeiro de Oz na Cidade Esmeralda. O caminho era o mais fácil - bastava seguir a longa estrada de tijolos amarelos, que cortava o país.

Fonte de suporte: Wikipédia. 



PONDERANDO: Vejam meus caros e minhas caras o que está escrito no item “Estrada de Tijolos Amarelos”, diz que a menina ansiando voltar para casa deveria seguir a longa estrada de tijolos amarelos que cortava o país. Fazendo algumas reflexões penso que nós também, assim como Dorothy procuramos uma estrada de tijolos amarelos que nos leve para nossos objetivos, que direcione nossos passos para nossas metas, que nos permita sermos mais assertivos no caminho rumo aos nossos planos pessoais e profissionais, e mais, queremos apenas seguir nosso caminho nesta “fantástica estrada”, todavia sabemos que as bruxas aparecerão, sabemos também que nada é na realidade muito mágico, mas na mesma medida estamos convictos de nosso poder em travar lutas com essas adversidades: se for uma bruxa, ou talvez, mais de uma, que se revelem, lutaremos bravamente, mas nada de trapaças, se for um mágico que não entende muito de mágicas, poções e feitiçarias também não tem problema, faremos nossas próprias cruzadas cabalísticas, o que é fato: não nos atrapalhem em nossas jornadas na estrada de tijolos amarelos, ou pior, não tentem nos empurrar para fora dela, porque assim como Dorothy podemos ter em nossos pés um poderoso sapatinho de rubi que de tudo nos protege e para tudo nos fortalece.

ARTIGO: APONTAMENTOS TÉCNICOS SOBRE O MARKETING REGIONAL

Alunos (as) do Curso Técnico em Administração¹

Prof. Esp. Rodrigo Dalosto Smolareck²

O projeto intitulado “Entendendo o Marketing com os múltiplos olhares da Comunidade Regional!” oriundo da disciplina de Noções de Marketing realizada pelos alunos do Curso Técnico em Administração (TA 02) do Sistema Educacional Galileu, da Escola de Educação Profissional Caio Fernando Abreu-Santiago, aconteceu nos meses de Outubro e Novembro do corrente ano, nos municípios de São Francisco de Assis, Nova Esperança do Sul, Unistalda, Itacurubi e Santiago atentando para a abrangência da atuação profissional dos alunos cujo objetivo permeou a ideia de se investigar os ordenamentos dos sistemas de marketing mantidos pelas instituições que após aceite oficial foram sorteadas aleatoriamente para a realização de entrevista semi-estruturada, o que consolidou apontamentos significativos sobre o perfilamento das estratégias de marketing postadas nas organizações que se firmam nos referidos municípios, (GIL, 2010).  Assim, entende-se que os sistemas de marketing são constituídos a partir de escuta técnica dos processos externos e internos que dão sustentação a dinâmica da instituição atentando para as exigências sociais que se ancoram nas transformações circulares do mundo do trabalho (KOTLER, 2000) considerando-se o que segue: as instituições em todos os campos de atuação possuem significativa estrutura de gestão e os desdobramentos organizacionais buscam a eficiência dos serviços ofertados, o que se percebe é a importância que algumas destas postam ao seu sistema de marketing mantendo ferramentas estratégicas já utilizadas e implementando este processo com novas possibilidades focadas nas necessidades apresentadas pelo tempo social no qual estão inseridas. Entendemos que o marketing firma a identidade institucional dando diretrizes para a efetivação de metodologias organizacionais que envolvem a natureza essencial dos produtos e serviços, desta forma, vimos que a pesquisa de campo mostrou o quanto às instituições que passaram pelas entrevistas buscam apurar e ainda aprimorar seu sistema de marketing na intenção de fortalecer as práticas institucionais agregando o valor social aos produtos e serviços ofertados, o que revela grande poder de visão na gestão estratégica. O cenário atual requer das organizações a articulação estratégica de um sistema de marketing que, coordenado pela gestão institucional se desdobre em ações articuladas com o próprio planejamento estratégico o que dará sustentação para novas possibilidades de ordenamento das rotinas institucionais ajudando a organizar os planos de trabalho dos colaboradores e ainda constituindo uma relação mais identitária e vincular entre os todos os atores que fazem parte das redes organizacionais em suas singulares características. Fica claro assim, o quanto as instituições envolvidas na pesquisa estão prósperas e buscam constantemente novas possibilidades de fortalecer a identidade organizacional o que consolida sua estratégias de mercado aproximando assim seus serviços das exigências sociais. 




¹ Alunos (as) do Curso Técnico em Administração ( TA 02) do Sistema Educacional Galileu- Santiago, da Escola de Educação Profissional Caio Fernando Abreu.

² Professor especialista do Curso Técnico em Administração, da disciplina: Noções de Marketing do SEG- Santiago e coordenador do Projeto: “Entendendo o Marketing com os múltiplos olhares da Comunidade Regional!”Contato: pedagogords@r7.com
 

 





quinta-feira, 1 de novembro de 2012

APRENDENDO COM OS CAIXOTES!




Diz um antigo provérbio: “A beleza de um jardim está justamente na variedade das formas e cores das flores” o que concordo de maneira pontual. Agora vamos contextualizar o provérbio pensando nas relações que estabelecemos com pessoas que em suas múltiplas diversidades são “enfiadas” em caixotes sociais ou pior, marginalizadas por um grupo que pensa não possuir diferenças humanas, pois é ridículo firmarmos que não somos legitimamente diferentes uns dos outros, e aí imaginem, é mais fácil negar a estada do outro em nossos convívios postando de maneira feia e imatura um discurso de encaixe, como se o outro não houvesse desejado enfiar-se no quadrado do que aceitá-lo em sua condição humana respeitando a história de vida que traz consigo.
E por falar em caixotes, que tal pensarmos mais uma vez nos caixotes sociais: isto mesmo, todo e qualquer sujeito que pensar demais em espaços de alienação também é considerado perigoso e de imediato e trancafiado num bonito e sofisticado caixote, o caixote do silêncio, da hipocrisia, dos pactos de poder e pior da mais pura falta de ética: gosto muito de observar esses movimentos, pessoas que vivem de pose sempre com um caixote em mãos para meter qualquer pensador que questione algo, dentro dele.
O que é fato, de verdade: é chegada à hora de ficarmos sentinelas aqueles que nos chegam com essa peça nas mãos porque o resto da história você já conhece.


Eu creio num processo de humanização para além dos caixotes e celebrativo a justiça social!

domingo, 28 de outubro de 2012

Aprendizagens com Glória Kalil!


Fantástica profissional, admirada pela capacidade de postar reflexões no campo da etiqueta e do comportamento dedica-se à consultoria de estilo e negócios ligados ao campo da moda. Faz palestras e projetos especiais, como vídeos, planos de marketing para lojas de varejo e assessorias para indústrias e organizações institucionais como o SENAC, colabora também com matérias de moda para a imprensa escrita, televisão e outras mídias. Em suma, Glória Kalil é referência quando o assunto é elegância, efetivamente a do comportamento, revela o quanto à cortesia e a educação nas relações interpessoais desenham nosso repertório pessoal e profissional e ainda perfilam nossa identidade e os valores que nos constituem.

FONTE DE SUPORTE: Wikipédia. 

 Aprendizagens com Glória Kalil!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

EDUCAÇÃO MUNICIPAL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS...


O Movimento constituído chamado “Educação Para Todos” tem trazido a baila grandes desafios para todas as esferas educacionais uma vez que nos convida a perfilarmos de maneira ainda mais efetiva uma atividade educativa que atenda a especificidade de cada aluno assegurando-lhe o seu legítimo lugar de sujeito enquanto identidade da aprendizagem. Neste sentido os Sistemas Municipais de Ensino (SME) têm buscado, atendendo as diretrizes legais para o Ensino Fundamental, observar atentamente todas as ferramentas externas validadas para cercar o processo pedagógico no que tange a ideia de mensurar, se isto é possível, o fenômeno do ensinar e do aprender. As avaliações externas, os programas voltados ao Letramento e as Matrizes de Aquisição das Múltiplas Linguagens são sinalizadores do quanto as Secretarias Municipais de Educação de todo o país deverão estar muito bem articuladas tecnicamente para atender a expectativa nacional do famoso processo da educação de qualidade, o que deve garantir que o aluno conclua o Ensino Fundamental dominando todos os conhecimentos pertinentes a esta modalidade de ensino, o que sabemos que tem se constituído num grande desafio junto as Escolas Fundamentais, que além de reverem os percursos metodológicos, deverão revisitar todo o próprio currículo escolar, para assim então problematizarem os conteúdos de aprendizagem propostos. A perspectiva que se eleva a categoria de reflexão sustenta a matriz possível de se constituir políticas públicas municipais que valorizem a figura docente, ofertem suporte pedagógico para esta estabelecida transição educativa, regulamentem novas possibilidades para o currículo escolar e ainda auxiliem a gestão educacional na condução deste fantástico, porém complexo fenômeno da aprendizagem.

( Uma boa literatura sobre o assunto em xeque)

Apenas reflexões de um professor da Rede Municipal de Ensino!

domingo, 14 de outubro de 2012

UM DIA PARA HOMENGEAR OS PROFESSORES! INTERESSANTE...



Sempre fui uma pessoa desconfiada desta pedagogia do “DIA EM HOMENAGEM” uma vez que esta estratégia social nos remete a ideia de que é pertinente celebrar a figura de dada categoria apenas naquela ocasião. Em nosso caso, os professores, a impressão que tenho é que somos lembrados não pelos anos letivos que vivemos nas salas de aula buscando ajudar nossos alunos a construírem uma atitude crítica em ler o mundo e suas manifestações o que nos exige além de sólida formação acadêmica alguns (muitos) princípios humanos fundamentais: coragem, competência, responsabilidade, amorosidade, rigorosidade metodológica, ética, postura investigativa, comprometimento social, entre tantos outros. Reduzir-nos há “UM DIA ESPECIAL” é também fragilizar a grandeza da responsabilidade que impera em nossas costas quando o assunto é preparar para a vida. Há quem celebre com grande felicidade a data, e não se assustem, em também o faço, mas o que torno registro é justamente o reducionismo a que nossa profissão se configura diante de tantas outras que só são paridas graças à figura do professor. 
UMA COLEGA DESTE BRASIL E SUA MANIFESTAÇÃO:


MAS QUE SEJA: Colegas, muita prosperidade, neste dia tão especial que nos faz pensar sobre nossa condição no cenário profissional no que tange a NOSSA VALORIZAÇÃO!

REALIZAR-SE COM O OFÍCIO DE SER PROFESSOR NÃO NOS IMPOSSIBILITA DE ENXERGAR O CENÁRIO REAL DE NOSSA PROFISSÃO!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A ARTE DE SER MESTRE DE SI MESMO...PENSANDO POR SUN TZU!



“Quando vigiares, vigia atentamente: não durmas. Quando avançares, avança resolutamente, trilhando com segurança caminhos que só tu conheces.”
(SUN TZU)


A arte de sermos e estarmos conscientes de nossa condição de aprendentes nos faz pensar efetivamente, então, na arte de sermos mestres de nós mesmos, assumindo que não podemos adiar decisões necessárias que nos colocam na posição válida de escolhas, escolhas estas que vão nos fazendo, isso, vão nos fazendo mesmo, pois somos resultado de nossas escolhas, lembremo-nos, nesta altura desta reflexão da máxima: “ O Universo não se apiedada, apenas devolve e transfere o resultado de nossas posições diante do mundo.”  O fato para efeito é que em nossas batalhas para aprender a reaprender temos que fazer pontes, mobilizar contornos nas relações pessoais e profissionais, evitar conflitos desnecessários,  valer-se do diálogo diante da deselegância do comportamento do outro, fazer valer a quietude e o recolhimento para avaliação de nossos trajetos analisando os cenários para assim escolher o momento mais sábio e estratégico para agir, e ainda, talvez, sermos indiferentes face aos ataques dos hipócritas, enfim, tudo é salutar quando o assunto em pauta é sermos mestres de nós mesmos, e inevitavelmente garantirmos novos espaços para ressignificarmos nossas concepções.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

QUEM BATEU NA SUA PORTA?





A pergunta: “Quem bateu na sua porta?” nos remete uma infinidade de imaginários sobre o que podemos encontrar atrás desta porta ao abri-la, ou ainda que surpresas serão reveladas, tudo muito excitante, todavia imaginemos que esta porta é uma mudança radical em nosso ciclo de vida, um convite para rompermos com vestuários sociais antigos, possibilidade de revermos nossos conceitos sobre o mundo, as pessoas, as coisas que nos cercam, as relações que estabelecemos e com quem estabelecemos. Interessante esta condução reflexiva! 


Creio que sim, pois caberia nos perguntarmos então, o quê nos aguarda do outro lado da porta, o quanto de nós sabemos e o quanto de nós ainda temos que saber para vencermos tantas crendices que nos fazem não abrirmos algumas portas: medo de errar, preconceitos arcaicos, apego a concepções antigas, estreiteza de visão de mundo, incapacidade de acolhimento, falta de humildade, fragilidade em entender o outro, enfim um verdadeiro cardápio repleto de opções para nos fazer pensar sobre o toc, toc na porta. O importante é entendermos que não basta abrir portas é preciso atravessá-las assumindo com constância tudo aquilo que com a revelação de outro ciclo virá e assim vamos nos reinventando diante dos golpes rasteiros da inveja e de nossa vocação para sermos sujeitos do inacabamento, cheios de portas: umas para serem abertas, outras talvez para serem fechadas, e disso nós temos que saber!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

DAS MANIPULAÇÕES: UM OLHAR SOCIOLÓGICO!




Fantástico texto de autoria de Daniel Paiva revela algumas caracterizações da dinâmica social no que se refere à tomada de consciência e o fenômeno da alienação, me proponho aqui a trazer recortes de suas categóricas abordagens.


ESCREVE:

(...) Reconhecer a importância da consciência, ou seja, de ser uma pessoa consciente de sua situação, é também, distinguir e valorizar seu papel e ação dentro de algum grupo social (...)
Quando o caminho se dá de maneira inversa, ou seja, quando não ocorre o ‘pensar’ sobre a ‘ação’, e quando se dão respostas prontas e não há qualquer tipo de reflexão sobre as mesmas, então podemos dizer que este é um indivíduo que está alienado. É um sujeito que não está exercendo suas capacidades críticas e de confronto com alguma ideologia. Desse modo instala-se, a não-ação, e sim a reprodução de ações e ideias que não acarretam mudanças (...) além de não provocar a capacidade reflexiva (antes e depois), segue cegamente as normas da ideologia dominante, ocorre então à persistência da alienação.  Uma das maneiras de se analisar (pesquisar) indivíduos conscientes – alienados, é essencialmente pelo seu discurso, pois este referenciará através da linguagem a representação do mundo em que vive seguido de suas significações e simbolizações subjetivas que o tornam parte de um contexto histórico-social (...).


Refletindo a partir das ponderações do autor fica evidente que muitas vezes por temer o dominante, aquele que oprime, ficamos paralisados diante do processo de mudança, assistindo e fazendo parte de um percurso que nos torna meros espectadores de nossa própria história.
Observem em nossa sociedade, a sua volta caro leitor o que as pessoas são capazes de fazer para se manterem no poder: barganhas, esmagamento de valores, paparicos ridículos, negociatas, e sabe se lá o que mais, por isso lembremo-nos: “Dizer a verdade pode custar caro, mas a dignidade de caráter não tem preço!”


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

PROVOCANDO INCÊNDIOS NA BOCA! POR RUBEM ALVES...



NOVO LIVRO DE RUBEM ALVES “PIMENTAS – PARA PROVOCAR UM INCÊNDIO, NÃO É PRECISO FOGO”



“Pimentas são frutinhas coloridas que têm poder para provocar incêndios na boca. Pois há ideias que se assemelham às pimentas: elas podem provocar incêndios nos pensamentos. (...) Mas, para se provocar um incêndio, não é preciso fogo. Basta uma única brasa. Um único pensamento-pimenta(...)”.

FONTE DE SUPORTE: http://lufernandescomunicacao.blogspot.com


PONDERANDO: 
Vejam que interessante, é sábio registrarmos que os sabores de nossas pimentas estão exatamente nas pequenas e espirituosas reflexões cotidianas, e precisam “provocar incêndios na boca” uma vez construído o pensamento-pimenta ajuda o sujeito a postar sua compreensão de mundo de maneira ainda mais lúcida, a argumentar diante de posturas sociais alienantes visualizando as artimanhas que se desenham em nossas trajetórias. Rubem Alves, grande pensador traz a baila a ideia de que os incêndios na boca provocados pela pimenta do pensamento crítico nos ajudam a superar modelos aparelhados para “coisificar” a condição humana.


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

OS APELOS PARA EXPLICAR A HOMOFOBIA!



A obra, com tradução de Guilherme João de Freitas Teixeira, tem como objetivo fornecer alguns elementos de reflexão a propósito de um fato cuja problematização elabora-se atualmente: a homofobia – um fenômeno complexo e variado que pode ser percebido nas piadas vulgares que ridicularizam o indivíduo efeminado, podendo, muitas vezes, assumir formas mais brutais, chegando até a vontade de extermínio.
Pensando por esta dinâmica é um tanto normal que para maquiar a homofobia se utilize de argumentos apelativos ou até imagens apelativas para justificar a ausência de respeito mútuo, pois como diz um provérbio antigo: " Não precisamos amar, apenas respeitar!" O que não pode ser esquecido é que a vulgaridade, a postura deselegante, enfadonha, ridícula, ou até ofensiva em uma dimensão moral pode ser exalada por homossexuais, heterossexuais, bissexuais ou seja lá a determinação sexual que o indivíduo revele. Lembremo-nos todos, postura ética, caráter é uma constituição interna que não se postula pela cor, raça, gênero sexual ou religião.
Estas são apenas reflexões para aqueles que não conseguem  ver para além das estratégias maldosas e preconceituosas!


Sobre o autor – Daniel Borrillo, argentino radicado na França, é diplomado em Jurisprudência pela Universidade de Buenos Aires e professor de Direito na Universidade de Paris X – Nanterre, além de pesquisador associado do CNRS (Centro Nacional de Pesquisa Científica). Especialista em reputação internacional sobre as questões jurídicas associadas à discriminação, aos direitos das minorias e aosgender studies.

Fonte de suporte: http://agencialgbt.com.br




terça-feira, 11 de setembro de 2012

DAS COISAS QUE POUCO FALO... DA HOMOFOBIA EM SANTIAGO...

 
É importante, para começo de conversa que eu registre o quanto sou ser humano como todos estes que estão neste momento lendo estas linhas, em seguida é sábio postar que durante todos esses anos procurei não abordar o assunto de minha homossexualidade de maneira direta uma vez que entendo o processo cultural preconceituoso e excludente no qual estamos inseridos, um preconceito que tem nome e endereço e sabe como e quando agir. Hoje sinto a necessidade de sair do sepulcro e firmar o quanto a sociedade é perversa no tocante ao respeito às diferenças humanas, e que tudo é um grande jogo de xadrez onde as peças “deformadas” são escanteadas elegantemente pelas fontes de poder que se estabelecem: tudo de maneira muito sutil, fina, maquiada, mas densa de homofobia.
Muitas pessoas com quem convivo inclusive amigos e amigas pessoais já registraram a admiração que tem pela minha forma de assumir sem agredir minha condição, e leiam bem, condição, não opção, ninguém escolhe e define sua sexualidade e isto tem que ficar bem esclarecido até para aqueles que fazem de conta que não sabem desta constatação. Bom, até aí tudo bem, elogios mil, carinhos sem mensuração, mas agora vem os momentos difíceis que talvez estejam guardados em minha Caixa de Pandora: há uma rede homofóbica estabelecida aqui, isto, pasmem, na terra da promoção humana, e que fique bem claro, não estou aqui exalando críticas as bandeiras de governo, mas estou apenas alertando sobre o perigo que uma camada marginalizada está correndo e talvez ainda não tenhamos despertado para este tendão. Quanto aos desafios que vivo  frente estas atitudes hipócritas, isto é por minha conta, pois não me sinto solitário, sei quantos rostos marcham comigo na luta contra qualquer forma de discriminação. Peço apenas aos amigos e amigas que lutam assim como eu, há muitos anos contra qualquer tipo de maldade configurada, ou qualquer tipo de discriminação que compartilhem este texto, uma vez que além de um alerta servirá de manifesto contra uma rede muito forte que se estabelece em nossa terra e que pode fazer-nos voltar ao tempo das cavernas, ou talvez, matar em nome do Sagrado, isto a História nos mostra como e onde esses movimentos iniciam e mais, como tudo termina.
Solidariedade e respeito são as palavras de ordem, compartilhem e ajudem, digo, aqueles que desejarem fazer resistência contra estas práticas homofóbicas, quanto a mim, estou preparado, conheço muito bem o peso do juízo do outro, mas não esqueçamos dos tantos outros que não tem a mesma dinâmica que eu, vamos deixá-los nas mãos da agressão? Lembrando sempre, que amanhã, vivendo este drama, pode ser uma pessoa que você ama e estima.

QUE FIQUE MEU MANIFESTO E MEU ALERTA!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

A PRÁTICA ENFADONHA DA INVEJA!





“(...) Invejamos os que se sobressaem nas artes, no esporte, na profissão. Esquecemos das horas intermináveis de ensaios para dominar a arte da dramatização, da música, da impostação de voz. Não nos recordamos dos treinamentos exaustivos de bailarinos, jogadores, nem das horas de lazer que foram usadas para estudos cansativos pelos que ocupam altos cargos nas empresas.

O melhor caminho não é a inveja. É a tomada de decisão por estabelecer um objetivo e persegui-lo, até alcançá-lo, se esforçando sem cessar.”

Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita





PONDERANDO: Gosto de refletir sobre a prática enfadonha da inveja, porque entendo que o invejoso é alguém que não atingindo a capacidade de alcançar nossas competências pessoais e profissionais projeta o fel da amargura em nossas trajetórias, vejo que esquece ainda que para se chegar onde estamos constituídos tivemos que fazer uma história que não pode ser negada ou ignorada, travamos batalhas, suportamos as rejeições e o preconceito, driblamos a indiferença e ainda por muitas vezes, com toda a humildade, provamos, setenta vezes sete, que podíamos assumir a missão que o Universo nos ofertou. Assim, que esta reflexão chegue ao coração daqueles que esquecem de todas as nossas trajetórias assumidas como seres humanos que buscam a competência em seus espaços profissionais!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

DAS OPRESSÕES E DOS OPRESSORES!


Paulo Freire é considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. A sua prática didática fundamentava-se na crença de que o educando assimilaria o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade, em contraposição à por ele denominada educação bancária, tecnicista e alienante: o educando criaria sua própria educação, fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído; libertando-se de chavões alienantes, o educando seguiria e criaria o rumo da sua aprendizagem. Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência política. Autor de Pedagogia do Oprimido, um método de alfabetização dialético, se diferenciou do "vanguardismo" dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático. Foi o brasileiro mais homenageado da história: ganhou 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford.   Em 13 de abril de 2012, foi sancionada a lei 12.612 que declara o educador Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira.

FONTE DE SUPORTE: Wikipédia.



PONDERANDO:  Sabemos que pelo fantástico método de alfabetização que enfocava a consciência política do sujeito Paulo Freire foi encarcerado como traidor, passando por um breve exílio na Bolívia e trabalhando por cinco anos no Chile para o Movimento de Reforma Agrária da Democracia Cristã e para a Organização  das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. Durante o exílio chileno, publicou no Brasil seu primeiro livro, Educação como Prática da Liberdade, baseado fundamentalmente na tese Educação e Atualidade Brasileira.
Mas eis o desafio, pensarmos na ideia do conceito de exílio que em ordem mais simples pode significar: estar banido, longe da vida de sua cidade ou nação.
Quando não temos o direito elementar de ser voz escutada, podemos dizer que estamos banidos do direito de opinar ou de argumentar diante de um dado fato social? Penso que sim, logo, o que preciso registrar é que muitos de nós, talvez, já estejamos exilados e não sabemos, ou ainda não nos flagramos em tal situação, pois para sair do exílio da indeferença é preciso que entendamos que estamos vivendo ele.


UMA FANTÁSTICA INSPIRAÇÃO: PAULO FREIRE, que mesmo no exílio, banido de sua terra, continuava sua luta pela justiça social e que voltando ao Brasil se torna uma das maiores personalidades intelectuais da Pedagogia Crítica.  
Fiquemos atentos para não sermos exililados sem sair de nossa terra, pois um dos mais terríveis exílios é das tentativas de silenciarem nossas vozes diante das desigualdades.