domingo, 18 de agosto de 2013

NADA DO “SENHOR EUQUIPE” - ESPAÇO SIM PARA O TRABALHO EM EQUIPE NAS ORGANIZAÇÕES!



Existem em largos diálogos uma ideia de que precisamos trabalhar em equipe (ter/fazer/ e tomar parte nos processos decisórios) dentro de uma organização. Mas na prática isto realmente acontece? Estamos vivendo mais os tempos do grupo ou da atividade em equipe? E o “SENHOR EUQUIPE?” Nos é dado espaços para que possamos ser (com todo o direito que temos de existirmos em nossas diferenças humanas) na coletividade institucional? Boas perguntas cujas respostas se exalam na medida em que cada leitor se apropria deste texto. As discussões voltadas ao comportamento organizacional rezam sem piedade: as instituições que pretendem prosperar vão ter que deixar de lado a formatação de pessoas como se fossem peças desenhadas ou moldadas de um mero jogo de encaixe e abrindo mão desta concepção passar a olhar para a singularidade e para as habilidades profissionais que cada sujeito traz consigo. Aprender a trabalhar em equipe (pessoas implicadas e comprometidas na busca de um mesmo ideal institucional) é diferente de uma manifestação de grupo (um aglomerado humano que busca realizar uma dada atividade sem implicação coletiva) e exige que ampliemos o olhar para ver o belo, “a boniteza” nas diferenças humanas e naquilo que podem nos revelam de atitudes competentes em suas singularidades. Cai por terra a ideia de que nossos colaboradores precisam deter apenas forma e não essência: assim minha dica aos profissionais que recrutam e selecionam pessoal (não gosto muito desta expressão) para as empresas, vamos sacudir o pó e abrir a mente. 

O grande Yanni nos mostra esta constatação da celebração das diferenças quando nos revela esta bela apresentação de diversidade de instrumentos, todos ocupando ser lugar para fazer a bela coletividade musical, apreciemos:

Que fique minha reflexão!