domingo, 6 de janeiro de 2013

QUE REI SOU EU? UMA SÁBIA PERGUNTA!



Pensando sobre a Rainha de Avilan, uma análise sociológica!




Que Rei Sou Eu? É uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no ano de 1989. Foi escrita por Cassiano Gabus Mendes e Luís Carlos Fusco e dirigida por Jorge Fernando, Lucas Bueno e Mário Márcio Bandarra, tendo sido apresentada em 185 capítulos (...). O tempo histórico é 1786, três anos antes da Revolução Francesa. Após a morte do rei Petrus II, o trono do reino de Avilan é assumido pela rainha Valentine, uma personagem histérica, exala uma postura cômica que em suas oscilações de temperamento vai se rendendo e fazendo parte do círculo de corrupção movimentado pelos conselheiros de Avilan que realizam manobras escabrosas para enriquecer com o dinheiro do povo(...).


Fonte de suporte: Wikipédia. 



PONDERANDO:

O interessante na personagem de Tereza Rachel, a rainha, é a fascinante atuação que nos revela de maneira clara como funcionam sistemas corruptos, o jogo das tramas para o fortalecimento de mecanismos do poder opressor, e mais, a perpetuação de grupos fechados em cargos de mando para “domesticar” o povo. O cúmulo atinge pico em vários momentos, inclusive quando numa suposta eleição para Ministro do reino, valendo-se da “participação decisória” do povo, o próprio candidato Bidet Lambert (John Herbert) faz chacota quando toma o importante cargo sem nem sequer voltar-se ao processo eleitoral. Avilan é uma representação clara das situações vividas em muitos espaços sociais onde competência, formação, esclarecimento e postura ética não são validadas para oportunidades de crescimento profissional se a “Rainha de Avilan” não der seu aceite.O ponto alto é compreender que assim como na telenovela o ciclo de tirania se findou e outras pessoas puderam ajudar aquele país a se desenvolver, na vida real as tantas  rainhas de Avilan deveriam começar a pensar com mais sabedoria antes que a coroa despenque e os novos tempos esfacelem a maldade que durante um período muito longo imperou . Uma análise sociológica!