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domingo, 8 de setembro de 2013

A BELEZA DA INTELIGÊNCIA: DAS PESSOAS FASCINANTES!

É sabido que vivemos numa sociedade esculpida por uma concepção de beleza que perpassa por imaginários sociais já internalizados: mulheres e homens correndo pela possibilidade de transformarem seus corpos em esculturas, mesmo que suas cabeças estejam vazias, a busca é apenas pela forma e não pela essência. Quem de nós não conhece aquela pessoa que “bem apanhada” pelo estereótipo de beleza não consegue conversar por mais de dez minutos sobre algo trivial. Só verniz!  A beleza da inteligência de alguém traz tamanho encantamento que quem descobre este segredo passa a entender porque muitas vezes ficamos maravilhados com quão sábio podemos nos tornar se aprendermos a exercitarmos nossa capacidade pensante e estimularmos ainda mais nossos neurônios. Claro que as duas belezas, a da forma e a da essência num corpo só deve ser uma benção, mas se tratando de escolha, pare, pense, avalie, analise, as pessoas mais sábias que conheço são pessoas fascinantes. Entra aí o erótico do saber, pessoas com essência são pessoas que nos prendem, fazem com que descubramos valores que não imaginávamos ter, dialogam sobre ideias e nos encantam com suas brilhantes mentes. Na era do intangível, das discussões da essência sobre a forma talvez tenhamos que pensar que uma cabeça cheia de neurônios postos em pleno exercício sejam mais do que nunca a atração do momento para quem busca dar novo sentido as suas relações vinculares. 

domingo, 25 de agosto de 2013

QUEM NÃO TEM JARDINS POR DENTRO NÃO TEM JARDINS POR FORA: UMA REFLEXÃO!


CUIDADO COM AS  PESSOAS QUE NÃO CUIDAM OU NÃO ZELAM PELOS SEUS JARDINS!


 RECORTES DO TEXTO DE RUBEM ALVES, JARDIM!


(...) Sonho com um jardim. Todos sonham com um jardim. Em cada corpo, um Paraíso que espera… Nada me horroriza mais que os filmes de ficção científica onde a vida acontece em meio aos metais, à eletrônica, nas naves espaciais que navegam pelos espaços siderais vazios… E fico a me perguntar sobre a perturbação que levou aqueles homens a abandonar as florestas, as fontes, os campos, as praias, as montanhas… Com certeza um demônio qualquer fez com que se esquecessem dos sonhos fundamentais da humanidade. Com certeza seu mundo interior ficou também metálico, eletrônico, sideral e vazio… E com isto, a esperança do Paraíso se perdeu. Pois, como o disse o místico medieval Angelus Silésius:

Se, no teu centro
um Paraíso não puderes encontrar,
não existe chance alguma de, algum dia,
nele entrar (...)




PONDERANDO: Penso que podemos nos fortalecer na reflexão do grande pensador Rubem Alves, quantas pessoas que desprovidas de virtudes e valores de acolhimento e de respeito ao semelhante se portam com tamanha deselegância que nos fazem constatar o quanto seus “jardins” estão sem qualquer cuidado. Não esqueçamos que estamos na ERA DO INTANGÍVEL, da essência se revelando diante da forma, ou seja, de nada nos vale belo “verniz” se quem chega não traz “raiz” diante das muitas visões de mundo. 

domingo, 18 de agosto de 2013

NADA DO “SENHOR EUQUIPE” - ESPAÇO SIM PARA O TRABALHO EM EQUIPE NAS ORGANIZAÇÕES!



Existem em largos diálogos uma ideia de que precisamos trabalhar em equipe (ter/fazer/ e tomar parte nos processos decisórios) dentro de uma organização. Mas na prática isto realmente acontece? Estamos vivendo mais os tempos do grupo ou da atividade em equipe? E o “SENHOR EUQUIPE?” Nos é dado espaços para que possamos ser (com todo o direito que temos de existirmos em nossas diferenças humanas) na coletividade institucional? Boas perguntas cujas respostas se exalam na medida em que cada leitor se apropria deste texto. As discussões voltadas ao comportamento organizacional rezam sem piedade: as instituições que pretendem prosperar vão ter que deixar de lado a formatação de pessoas como se fossem peças desenhadas ou moldadas de um mero jogo de encaixe e abrindo mão desta concepção passar a olhar para a singularidade e para as habilidades profissionais que cada sujeito traz consigo. Aprender a trabalhar em equipe (pessoas implicadas e comprometidas na busca de um mesmo ideal institucional) é diferente de uma manifestação de grupo (um aglomerado humano que busca realizar uma dada atividade sem implicação coletiva) e exige que ampliemos o olhar para ver o belo, “a boniteza” nas diferenças humanas e naquilo que podem nos revelam de atitudes competentes em suas singularidades. Cai por terra a ideia de que nossos colaboradores precisam deter apenas forma e não essência: assim minha dica aos profissionais que recrutam e selecionam pessoal (não gosto muito desta expressão) para as empresas, vamos sacudir o pó e abrir a mente. 

O grande Yanni nos mostra esta constatação da celebração das diferenças quando nos revela esta bela apresentação de diversidade de instrumentos, todos ocupando ser lugar para fazer a bela coletividade musical, apreciemos:

Que fique minha reflexão! 

domingo, 21 de julho de 2013

Pensando na LEI DO RETORNO!

Pensando na LEI DO RETORNO: Considerada uma lei universal afirma que tudo o que você faz volta para você. Pensemos então, todas as religiões revelam a mesma verdade, a física tradicional também diz isso (Lei de Newton) e até a física quântica desemboca para a mesma abordagem. Enfim, parece-me claro então que tudo o que fazemos em atitudes boas ou más retorna em teor, talvez com outros formatos, como se fosse um bumerangue.
O segredo está em refletirmos diante do que buscamos atingir com esta ou aquela postura e mais em aprendermos sempre com os “retornos” não tão agradáveis que se voltam as nossas vidas cotidianas.  Entendo que na medida em que as coisas vão acontecendo todos os nossos esforços, todas as nossas lutas estão sendo atentadas pela Lei do Retorno e a nós voltará situações que nos fortifique diante de tudo o que foi enfrentado. Agora é evidente que não será diferente com aqueles que se valendo da esperteza perversa tentam esmagar o talento do semelhante.


Tudo é uma questão de entender a LEI DO RETORNO e assumir os inevitáveis RETORNOS, tenham eles o sabor de nossas escolhas e decisões diante do mundo!


terça-feira, 25 de junho de 2013

DOS COZINHEIROS E DE SEUS PREPAROS!


Estava eu sentado na varanda de minha casa num tempo que nem recordo lendo um texto que abordava a história de uma mulher que de faxineira passou a uma das maiores intelectuais de seu país, o mesmo texto trazia as humilhações e os desafios que teve que enfrentar inclusive por ser negra e carregar o empoeirado preconceito de que a ela não cabia tal possibilidade. E como grande intelectual passou a defender e discutir em suas pesquisas o poder libertador que se hospeda no conhecimento, na arte de saber sobre coisas, fatos e pessoas numa profundidade que não se baseia em “achismos” e que não se faz com gritos somente do que projeta os desejos de nossa mente. Pensei então que ser crítico e estudioso nos dias atuais é como cozinhar: é preciso preparo, é preciso ingredientes, é preciso de ambiente, é preciso de temperos, enfim, é preciso dar sabor, aliás, dizem que saber tem que ter sabor, eu creio nisto.  E nós, cozinheiros que preparamos e construímos o saber com sabor temos que  proteger-nos de quem pensa que pode “virar” cozinheiro, que fique claro, para ser cozinheiro há exigências: existe todo um ritual de preparação fundamentado no estudo, na cautela, no cuidado com o ritual da pajelança, da fusão. Eis o desafio: não permitir que falsos cozinheiros se apoderem de nossas cozinhas à eles cabe apenas o achismo, a gritaria, o barulho, a rodinha do feudo, e as garantias que nascem das barganhas que mesmo escarrapachadas fazemos de conta que não percebemos que não enxergamos. Enfim como cozinheiros que dão o sabor ao saber não podemos nos furtar o direito de exigir nosso espaço social conquistado pelos anos de cozinha: preparos de saberes com sabores, e aos demais que buscam apenas “virar” cozinheiros sem a devido percurso de estudo e dedicação peço que se flagrem voltando à roda da deselegância.



domingo, 23 de junho de 2013

HOMOFOBIA: ESTAMOS PEDINDO SOCORRO AO BOM SENSO!

É DE PEDIR SOCORRO AO BOM SENSO: O projeto, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) na última terça-feira (18). O texto, no entanto, ainda precisa ser votado pela Seguridade Social e Família,  de Constituição e Justiça antes de ir para o Plenário da Casa.
                                              

AGORA VEJAM O QUE DIZ A ESPECIALISTA DA ÁREA DA PSICOLOGIA:


Registra Maria de Fátima Nassif, presidenta do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo: “É inadmissível essa proposta de 'cura gay'. Nós não aceitamos a homossexualidade como doença”, disse ainda, o psicólogo pode, se for procurado, tratar um homossexual tranquilamente, mas, para ajudá-lo com o sofrimento que ele possa ter advindo da sua condição ou não. Sofrimento por homofobia, por opressão ou outros da natureza humana”, acrescentou ao enfatizar que considera o projeto uma ingerência na atividade em  Psicologia.
Fonte de suporte: http://www.novojornal.jor.br

E para os hipócritas mantidos pelo preconceito e pela falta de leitura técnica na área me resta protestar minha indiferença!




sexta-feira, 7 de junho de 2013

QUEM SÃO ESTES QUE FALAM EM NOME DE UMA JUSTIÇA TÃO DESIGUAL?



A tentativa permanente de sufocar os gemidos dos excluídos do mundo se intensifica quando vemos o “destempero” dos opressores ao se depararem com a sombra, sempre presente, da inquisição social dos inocentes. A verdade é que nosso cenário contemporâneo está aparelhado para comprometer o acolhimento. As pessoas que negam a condição humana meu alerta: quem insistir em vestir a camiseta da discriminação e da indiferença será convidado a sucumbir em sua enfática mediocridade.
 Urge o momento histórico e precisamos exercer o acolhimento no consciente desejo de celebrar as diferenças, respeitando o outro em sua condição de ser humano, uma vez que não nos é conferido o direito de decepar cabeças em nome daquilo que julgamos ser correto, de negar ao outro espaço, por que nossa velha e empoeirada concepção moral diz que todos devem ser iguais, formatados como bonecos de gesso. Pare por um instante e reflita: o que impera em seu interior, o bom senso ou a amargura?



Acreditar na sacralidade do amor ainda é a forma mais sábia para proteger-nos dos golpes rasteiros da exclusão social.