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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A IGREJA, O PAPA E SEUS MANIFESTOS SOBRE HOMOSSEXUALIDADE!

Que não fique debaixo do tapete os casos de pedofilia, relações homossexuais e ainda flertes sexuais denunciados: todos vindos de porões da Igreja.


Algumas Instituições, fechadas em seu pseudomoralismo acham que alguns seres humanos, diferentes da “maioria”, num belo dia da vida, sem nada pra fazer, por pura distração, escolheram ser isso ou aquilo. Que “engano consciente”, uma vez que sabemos que a vida em sua plenitude se dá pelas diferenças, e ainda, que ninguém pode negar sua essência, já disse uma vez em um de meus textos.
O que é patético e não me proponho a discutir porque meus estudos me amparam são os “achismos” propostos por convenções religiosas de cunho homofóbico que a homossexualidade sugere e determina matança, “ caça as bruxas” ou qualquer tipo de postura ridícula no sentido de categorizar o homossexual que, só para lembrar: é ser humano!
Causa-me estranheza a posturas de Vossa Santidade o Papa em seus apontamentos a respeito do assunto:
- Todos assistimos e temos acesso a arquivos verídicos de casos de pedofilia, relações homossexuais e ainda flertes sexuais denunciados em rede televisiva: todos vindos de porões da Igreja. E aí, quem vai para a fogueira caríssimos?
A condição sexual não desenha o caráter de ninguém, mas seus históricos pessoais: tanto homossexual quanto heterossexual, ou sei lá quem pode ser ladrão, corrupto, hipócrita e talvez, MAL RESOLVIDO CONSIGO MESMO.
- O Santo Papa precisa ficar de olho em seus membros eclesiásticos, pois as denúncias não param: tem-se brotado em todos os cantos do mundo casos absurdos de abusos em massa, lembrando: a sexualidade de uma forma ou de outra se manifesta, assim: olhar o cisco no olho do outro é feio!
- E Deus, sim o Deus que é Pai do Universo e cujo nome se manifesta de acordo com cada crença, que este não Lhe presenteie com um filho (a), ou parente próximo homossexual, porque desta forma verá a hipocrisia da Sua Igreja e a dor de apontar o semelhante que é derivado Seu.

Por favor, que fique bem claro não estou aqui pautando nada mais que RESPEITO MÚTUO, e não esqueçam que aquele homossexual que passa na rua e serve de chacota para você, que este SER HUMANO é resultado da sociedade que você projetou, talvez tenha se construído como pode dentro da intolerância vivida! Não veja o cisco no olho do outro...CUIDADO, MUITO CUIDADO, ele pode estar também no seu!

Em tempo: Que tal os padres casarem para ajudar a dar continuidade ao crescimento populacional derrubem o celibato, ideia interessante!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

BBB 12: O COTIDIANO QUE CONSOLA MILHÕES DE ESPECTADORES!


Quanto ao BBB agora na sua 12ª edição, quanta surpresa na escolha dos participantes!
MENTIRA MINHA!



A cada edição não vejo surpresa nenhuma na escolha dos seletos participantes, e quero registrar que não assisto o referido programa, não tendo nada contra quem fica horas acompanhando os “diálogos educativos” daquele povo maravilhoso.
E ainda cabe ressaltar, todos sabemos os picos da história da vida real: brigas, flertes, segredos pessoais revelados em cadeia nacional, intrigas, fofocas,  profundas amizades que se consolidam (será!), estratégias de jogo na maioria das vezes nada honestas e muita gente virando celebridade. É purpurina que não acaba mais!
E o mais engraçado, a chamada: DIVERTA-SE, DÊ UMA ESPIADINHA! Triste não é? Eu creio: primeiro, dar uma espiadinha na vida alheia, segunda se divertir com isso, quanta cultura.
Que fique bem claro que não estou registrando aqui questionamentos institucionais sobre programa, até porque o formato é esse mesmo, assemelhar as situações da nossa vida cotidiana e fazer-nos ficar “horas a fio dando uma espiadinha” e mais, conecta quem lhe achar conveniente. Apenas trago minha reflexão pessoal sobre tal fato uma vez que como educador sinto o quanto temos que mendigar para que a mídia em todas as esferas nos oportunize discutir educação, e como dizia minha avó, querida velhinha: não se melhora aquilo que não se dialoga.
Quem já viu, exceto nos canais educativos, redes televisivas de grande porte abrirem espaços para estes debates, eu vivo esse registro que faço: os meios de comunicação não põe em xeque “debates sobre a Educação Básica, o que vemos na maioria das vezes são matérias rápidas e “bem intencionais” que apenas cumprem alguns protocolos.
Triste, no mínimo triste, queremos melhorar o ensino e a aprendizagem do país, dos estados e dos municípios sem sussurrar educação, um exemplo: quantos programas locais e regionais você educador que lê este recorte tem lotado por aí, quantos debates foram promovidos sobre a realidade e as mudanças educacionais do seu município, do seu estado, do país (e nem me atrevi a postar o ponto de interrogação para não deixar você em cólicas).
Nem precisa me responder!

domingo, 8 de janeiro de 2012

PESSOAS AVESTRUZES: PENSANDO NO QUE FALAM POR AÍ!

(Aprendendo com os ditos e com as analogias propagadas pelo senso comum sem negar a Ciência)

Vivemos focando nosso olhar apenas naquilo que nos é conveniente, e quando somos desafiados a ver para além das aparências enfiamos nossa cabeça em qualquer lugar que limite nosso campo visual seguindo o bom e velho exemplo da “amiga avestruz”, que quando percebe que o perigo se aproxima, segundo os discursos de senso comum, e as histórias que ouvimos (por favor, vamos aprender com as culturas) a valente, enfia sua cabeça no terno esconderijo para não ver os desafios que se avizinham.
               A pergunta que não quer calar: Quantas pessoas avestruzes você conhece? As pessoas avestruzes amarradas em seu próprio gueto lançam um olhar de condenação a tudo e a todos. Focam como fecha em um alvo, na tentativa de aspergir o fel da amargura, buscando sufocar o semelhante e invalidar a condição humana e a legitimidade da diversidade.
               As pessoas avestruzes meu alerta: quem insistir em vestir a camiseta da arrogância e da prepotência será convidado a sucumbir em sua enfática mediocridade. Urge o momento histórico e precisamos exercer o acolhimento, revelar nossa evolução interior, fazer nosso “melhoramento” humano no consciente desejo de enxergarmos para além de nossos assessórios carregados de glamour e de modismos, onde a ordem de consumo é ficar com o rótulo atraente, mesmo que o conteúdo esteja em putrefação. Esta é a sociedade do espetáculo, que nos convida a vestirmos algo que seja uniforme, homogêneo: valores, costumes, e tudo o que pudermos tirar do armário.  Pare por um instante e reflita: o que impera em seu interior, o bom senso ou a hipocrisia?
               No terreno das relações humanas, a rabugice, o mau humor, a falsidade, e o rancor são destemperos que só arrastam o saboroso paladar de quem degusta das interações. Evitar pessoas espalhafatosas e amarguradas é o melhor remédio para a calmaria da alma. Assim sejamos lúcidos e efetivemos um movimento humano para além do território das avestruzes.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Qual assunto gostaria de ver comentado SEM MÁSCARAS E SEM RODEIOS?






Deixe sugestões de temas que em sua opinião são importantes virem à baila da discussão. Poste como um comentário neste item e vamos abrir um círculo de reflexões.

AUXILIE-ME NESTA APRENDIZAGEM, REGISTRE SEU TEMA DE INTERESSE E VAMOS INICIAR AS REFLEXÕES! 

Obs.: Foi escolha minha não abrir enquete, quero levantar todas as temáticas possíveis para abordagem informacional.

RUPTURAS... Ver o que de tão visto ninguém vê...




                 Quem grita é porque deseja se fazer ouvir, deseja que pelo menos seus ecos invadam a imensidão do Universo. Já quem ouve pode ou não, sensibilizar-se com o clamor de quem, enjaulado pelos labirintos sociais implora por direção e ajuda. Na atualidade estas situações são perceptíveis quando, por exemplo, “vemos sem ver” pessoas sendo condicionadas a enfadonhas jaulas de isolamento enquanto outras tantas se deliciam com a mazela do outro. Pensamos, de forma mesquinha quando nos sentenciamos superiores aqueles que nem tiveram chance de mostrar seus talentos, quando negamos ao outro seu direito elementar de “ser gente”.
                 Temos que acabar com a “caça as bruxas”, deixarmos de nos preocuparmos com o supérfluo, o trivial, abandonarmos a ideia arcaica da famosa canção que tão bem fala de Gabriela, a Moça de Cravo e Canela, aquela que vai ser sempre assim... Não! Precisamos rever nossos conceitos, sacudir o pó, ampliarmos nosso olhar frente à mutação do mundo, acreditarmos na sacralidade do amor, valiosa poção para invalidar a deselegância e a mediocridade.
                É preciso então deixar nossos sentidos bastante aguçados para que tenhamos a destreza de ouvir os mil ecos que ressoam por nossa tomada de decisão, pela nossa coragem e astúcia em continuar acreditando na onipotência do amor fraterno.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

HOMOSSEXUALIDADE: A CONDIÇÃO HUMANA EM PAUTA !

Refletindo sobre a situação de Augusta, personagem da novela "Vidas em Jogo" da Record
( O preconceito em ecos...)


Em minha conversa pontual sobre a homossexualidade tenho claro que diante da crise vergonhosa dos valores humanos de justiça e solidariedade, e da lama que nos banha com jatos de corrupção e roubalheira escancarada, os vários segmentos sociais institucionalizados criaram um terreno fértil para as excreções morais, insufladas frente aos homossexuais, hoje bodes expiatórios da generalizada crise de esgotamento moral enraizada nos dias atuais, reunindo ainda a imaturidade de bancadas políticas díspares de alguns segmentos evangélicos, ruralistas, católicos, e outros que não pontuarei todos aparelhados junto à busca pela “decência moral”, (MADUEÑO, 1995).
Na outra ponta desta reflexão temos o novo fundamentalismo político-empresarial que reza como regra primeira o consumo em potencial dos bens e serviços postos a disposição de todos, inclusive do grande “filão” de homossexuais potencializados como consumidores.

Não sejamos tolos, o casal guei da novela “A próxima Vítima”, da Rede Globo (1995) somente tornou-se possível partindo destes indicadores que surgiram com fundamentação em pesquisas realizadas por instituições especializadas o que revelaram um número expressivo de consumidores em massa, daí as incursões “avançadas” da emissora, talvez carregadas de interesses mercadológicos, (TREVISAN, 2007).

Assim, é fato que a permissividade social quanto à homossexualidade, nesse caso, é basicamente oportunista, ou seja, a tolerância varia de época para época, dependendo de fatores de ordem interna e externa, que acrescentam à prática homossexual maior ou menor grau de periculosidade, conforme as necessidades e as circunstâncias das intencionalidades dominantes.
Dos brasileiros pontuou, em dada ocasião, cuja data e autor não me recordo, a Revista Time que para nós nenhuma crença é tão rígida que não possa ser virada do avesso e nenhum inimigo tão odiado que não possa ser abraçado.

Minha preocupação então se volta ao título desta simples reflexão: “HOMOSSEXUALIDADE: A condição humana em pauta” quando percebo o quanto estamos primatas no sentido de respeitar a diversidade, e no âmbito do entendimento de que todos aqueles que “ hospedam” vida, tem o direito e o dever de revelá-la sem máscaras, compreendendo que cada ser humano se constrói legítimo por isso não pode tratado como alguém que virou isso ou aquilo.

Hipócritas são aqueles que acreditam que a homossexualidade é opção, nunca foi e jamais será, é condição singular do sujeito. Ninguém, numa bela manhã de Domingo, sem ter nada para fazer, levantou da cama e disse que queria ser isso ou aquilo, apenas são, é a sua essência humana, a qual pode até ser escondida graças aos parâmetros empoeirados de alguns segmentos da sociedade constituída, mas lá no “quartão de mistério”, expressão de Rubem Alves, está à legitimidade de cada um de nós. Assumi-la ou não é um movimento que se manifesta a partir do entendimento de cada um. A cada porta aberta uma escolha já dizia uma amiga.

Observo assim, que viver a homossexualidade é um ato de coragem e de amor à vida, e respeitar a condição do outro como legítimo outro é mostrar, por exemplo, que você, leitor desse texto, não caiu na vala da mediocridade de pessoas que acreditam poder viver nesse mundo negando a diversidade humana. Por fim, a estes dedico à frase de uma costureira que conheci há alguns anos e vomitava sem dó: “Quem não gosta de gente, mas de gente de verdade, como elas são, que fiquem bem longe de mim”.

QUEIRAMOS NÓS QUE  A "AUGUSTA",  CONFIGURANDO NA PERSANAGEM, MUITAS "AUGUSTAS" DA VIDA REAL, QUE ESTA TENHA UM DIGNO ENCAMINHAMENTO NA TRAMA DESENHADA NA NOVELA.

A CRISE EDUCACIONAL SE MANIFESTA... NA PEDAGOGIA DO TALVEZ...


        - Talvez pela necessidade de uma matriz educacional que entenda o currículo escolar para além da aglomeração de disciplinas, afinal, o conceito de prática interdisciplinar passa bem longe de agrupamentos curriculares descontextualizados.

·        - Talvez porque nossos professores, após longo anos de estudos acadêmicos para exercerem sua “professoralidade” se sentem minimizados diante de outras profissões cuja a exigência, na maioria das vezes nem é o diploma universitário, mas suas projeções são de superioridade, em todas as ordens ( não estar-se-á aqui ponto em xeque a preciosidade de qualquer profissão, mas a secundarização da valorização do magistério).  

    -   Talvez pela indignação de perceber que o exercício político partidário posto no cenário global não exige parâmetro nenhum de formação ou/e idoneidade, já seus salários seguem parâmetros faraônicos.

   -  Talvez haja também um fundo extremamente sociológico, formação fraca, sujeitos a mercê das marés da ignorância.

                                    Tudo é um apenas, talvez...talvez...